Já passou o tempo que blazer ela aquela peça associada somente ao tailleur ou ao terninho, passando aquela imagem antiquada de “mulher de negócios” ou “secretária”. Gente, evolução! Por mais que Hillary Clinton seja a rainha atual dos pantsuits, que podem sim vir em versões mais modernas, ainda assim o blazer pode ser utilizado de maneira mais descontraída, fugindo de padrões.

Esta peça veio direto dos armários masculinos, mas passaram pelas hábeis mãos da grande Coco Chanel e tornaram-se essenciais ao guarda-roupa feminino desde os anos 1920. De acordo com nossa amiga, a consultora de imagem e personal stylist Nani Ximendes, blazer é uma peça formal por excelência, mas um verdadeiro curinga quando é de boa qualidade, de cor neutra, caimento perfeito e tecido impecável.

Nani recomenda, para quebrar a formalidade da peça, usá-la com peças ícones de informalidade, como jeans, t-shirts ou tênis. Ainda, é possível combiná-lo com peças que fogem das convenções, como shorts ou vestidos mais leves. De uma forma geral, a estilista aponta, blazer estampado também é uma boa opção, sendo menos formal que um clássico azul marinho, por exemplo.

E a regra é não ter regras! “Hoje a moda não admite mais certo e errado. Tudo é possível. Se te deixa feliz (e não fere o dress code exigido de alguma ocasião, é claro), está valendo”, avisa Nani.

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